sexta-feira, 26 de junho de 2020

PM realiza operação na capital e no interior do estado para cumprimento do Decreto governamental

Agência Sergipe de Notícias

a quinta-feira, 25, a Polícia Militar do Estado de Sergipe (PMSE) deu início a Operação Expediente Operacional na capital e em várias regiões do interior do estado. As ações visam combater à criminalidade e o cumprimento do Decreto Governamental.

                  PM realiza operação na capital e no interior do estado para cumprimento do Decreto governamental

A Operação Expediente Operacional aconteceu nessa manhã com por determinação do comandante-geral da PMSE, coronel Marcony Cabral, e abrangeu áreas do Comando de Policiamento Militar da Capital (CPMC) e do Comando de Policiamento Militar do Interior (CPMI), com o emprego de policiais militares que, normalmente, desempenham suas funções em caráter administrativo, somando-se ao efetivo ordinário.

De acordo com o comandante do CPMC, coronel José Moura Neto, a operação teve um o intuito de dar um alento à sociedade, com o emprego de mais viaturas extras nas ruas que deram o suporte ao policiamento ordinário com o emprego de viaturas extras.

Já o comandante do CPMI, coronel Fábio Fonseca Rolemberg, enfatizou que as ações também objetivam combater o tráfico de entorpecentes e a apreensão de armas de fogo, como também o apoio ao cumprimento do Decreto do Governo do Estado nas medidas de enfrentamento ao novo Coronavírus.

Na operação, 128 policiais militares e 36 viaturas foram empregados no combate à criminalidade no estado de Sergipe.


Fonte: Agência Sergipe de Notícias

Ceará registra 5.962 óbitos pela Covid-19; número de casos chega a 105.270

               
Legenda: Já foram realizados mais de 257 mil testes para a detecção do novo coronavírus no Ceará
Foto: AFP

O Estado do Ceará contabilizou 5.962 óbitos em decorrência da Covid-19. O número de infectados em território cearense é de 105.270. Os dados são da última atualização do boletim epidemiológico, às 17h37 desta sexta-feira (26), na plataforma IntegraSUS, da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa).




 

Em Fortaleza, cidade com mais confirmações de casos da doença, o número de infectados pelo vírus é de 34.719 e 3.244 óbitos. Conforme o boletim, o município de Sobral, na Região Norte, tem 6.168, seguido por Caucaia, com 3.520, e Maracanaú com 3.397.

O IntegraSUS indicou ainda que há 62.581 casos suspeitos, em investigação, e 78.903 se recuperaram da Covid-19. No Ceará, já foram realizados 257.484 testes e a taxa de letalidade da doença é de 5,7%

Os números divulgados pela Secretaria da Saúde são atualizados permanentemente e fazem referência à disponibilidade dos resultados dos testes para detecção da presença do vírus, ou seja, não necessariamente correspondem à data da morte ou do início da apresentação dos sintomas pelo paciente.

A ocupação de leitos de UTI no Estado é de 71,48%. A ocupação de enfermaria está em 46,5%.


Operação conjunta conduz 12, prende dois e apreende R$ 5,3 mil

Doze pessoas foram conduzidas e dois homens capturados em flagrante, na tarde desta sexta-feira (26), na cidade de Santa Cruz Cabrália, durante operação conjunta entre a 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Eunápolis), 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM/ Porto Seguro) e Rondesp Sul.



A operação cumpriu mandados de busca e apreensão nos bairros Campinho e Carajá e alcançou 15 celulares, R$ 5,3 mil, uma pistola om carregador calibre .40, 15 porções de maconha, dois pinos de cocaína e uma motocicleta.


Segundo o titular da 23ª Coorpin, delegado Moisés Damasceno, o grupo já era investigado por 11 Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) ligados à disputa pelo comércio ilegal de entorpecente entre 2019 e 2020. “Dois deles foram encontrados com drogas e uma pistola e foram presos em flagrante”, contou o coordenador. Os capturados estão à disposição da Justiça.


Caprichoso e Garantido desfilam no Festival de Parintins neste sábado (27)

O festival Folclórico de Parintins, cidade amazonense a cerca de 370 quilômetros de Manaus, também teve que ser suspenso por causa da pandemia do novo coronavírus.

O evento ocorre sempre no último fim de semana de junho, e na cidade, que em tempos normais estaria uma aglomeração só, pintada em azul e vermelho, tudo está diferente. Só uma coisa não muda: a rivalidade entre os bois, como nos relata o parintinense Marcondes Maciel.

 
Mas se engana quem pensa que não vai ter festa. Neste sábado, 27, dia em que seria realizada a segunda noite do festival, os bois rivais vão disputar atenção, hastags e likes. Eles, na arena. E as torcidas em casa mesmo, acompanhando pela TV.

O Caprichoso vai abrir a noite. O presidente da agremiação, Jender Lobato, explica que a equipe será reduzida em respeito às normas de isolamento social.

Quem fecha a noite de apresentações é o Garantido. O presidente do grupo, Fábio Cardoso, relembra a importância do evento para a cidade de Parintins, não somente pela cultura, mas também pelo viés econômico.

As agremiações sugerem que o festival ocorra em novembro ou dezembro, se as condições sanitárias permitirem. O governo do Amazonas, responsável pela festa, diz que a realização dependerá da evolução dos casos de Covid-19 no país.

Quem comprou ingresso pode procurar a empresa Amazon Best para solicitar crédito para o ano que vem – ou o dinheiro de volta.

Com informações da Agência Brasil

Serrinha registra 285 infectados pela Covid-19; um paciente está internado e uma morte é investigada

                
Serrinha registrou 16 novos casos da Covid-19 nas últimas 24h, segundo boletim divulgado nesta quinta-feira (25) pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Com a atualização dos dados, o município contabiliza 285 pessoas contaminadas, com três óbitos. Do total de pacientes infectados, 187 estão recuperados.

Ainda no boletim, a SMS aponta que 37 pessoas permanecem monitoradas pela vigilância epidemiológica e aguardando resultado de exames. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 3.571 casos descartados.

O Portal Cleriston Silva apurou que um paciente está internado no Hospital Municipal e em ventilação mecânica – medida de auxílio respiratório aplicada em casos mais grave. Além disso, uma morte por suspeita de coronavírus está em investigação.

As confirmações ocorreram em 46 localidades do município, com maior quantidade de registros no Centro (59). Veja abaixo a lista de casos por bairros e povoados:

1. Centro: 59 (31 curados)
2. Vaquejada: 30 (23 curados)
3. Cidade Nova: 26 (18 curados)
4. Cruzeiro: 20 (14 curados)
5. Ginásio: 16 (13 curados)
6. Vila de Fátima: 12 (6 curados)
7. Novo Horizonte: 10 (curados)
8. Santa: 10 (8 curados)
9. Urbis I: 9 (5 curados)
10. Estação: 6 (curados)
11. Abóboras: 6 (5 curados)
12. Bomba: 5 (curados)
13. Parque Santana: 5 (3 curados)
14. Rodagem: 5 (nenhum curado)
15. Recreio: 5 (nenhum curado)
16. Vila Novaes: 4 (1 curado)
17. Colina das Mangueiras: 4 (curados)
18. Urbis II: 4 (2 curados)
19. Oseás: 3 (2 curados)
20. Cajueiro: 3 (2 curados)
21. Alto da Isabel: 3 (2 curados)
22. Alto de Fora: 3 (curados)
23. Mandacaru: 3 (nenhum curado)
24. CSU: 3 (2 curados)
25. Mombaça: 3 (1 curado)
26. Rodoviária: 2 (curados)
27. Morro do Fundo: 2 (curados)
28. Saco do Correio: 2 (curados)
29. Bela Vista: 2 (curados)
30. Vista Alegre: 2 (1 curado)
31. Fazenda Vila Natal: 2 (curados)
32. Fazenda Macambira: 2 (nenhum curado)
33. Princesa do Agreste: 1 (curado)
34. Treze: 1 (curado)
35. Veludo: 1 (curado)
36. Retiro: 1 (curado)
37. Lagoa do Mato: 1 (ativo)
38. Juazeirinho de Mombaça: 1 (curado)
39. Brejo: 1 (curado)
40. Mandacaru II: 1 (curado)
41. Povoado Dois Irmãos: 1 (curado)
42. Cabeça da Vaca: 1 (1 curado)
43. Água Boa: 1 (ativo)
44. Fazenda Maroto: 1 (curado)
45. Povoado Licurituba: 1 (ativo)
46. Tanque Grande: 1 (ativo)

MP e Judiciário precisam avançar nas investigações contra militares por declarações antidemocráticas

vozes-militares
Ilustração: The Intercept Brasil

HÁ UMA LINHA que separa a liberdade de expressão de um ato criminoso: a palavra da lei. Como bem resumiu o professor Guilherme Casarões, da FGV, em um tuíte recente, “difamação não é liberdade de expressão. Calúnia não é liberdade de expressão. Discurso de ódio não é liberdade de expressão. A democracia existe justamente para repreender as primeiras e garantir a segunda.”

No Brasil, a instituição máxima que assegura a constitucionalidade é o Supremo Tribunal Federal, o STF, formado por juízes das mais diferentes orientações – o que é saudável para o equilíbrio democrático justamente por incorporar diferentes leituras da Carta Magna. É este mesmo STF que se tornou, nos últimos tempos, o alvo preferencial dos grupos bolsonaristas mais radicais, motivando a criação do inquérito para investigar as manifestações contra a democracia e suas instituições no Brasil.

O inquérito, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, já fez diversas buscas, apreensões e prisões, tendo como alvo políticos, empresários e influenciadores digitais acusados de promoverem e/ou financiarem manifestações de cunho antidemocrático e ataques às instituições republicanas do país, em especial o Congresso Nacional e o STF. No entanto, apenas mais de um mês depois, em 25 de junho, quando a Procuradoria-Geral da República abriu uma apuração contra o ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, por sua “Nota à Nação Brasileira”, que um militar da reserva passou a ser investigado formalmente.

É sabido que, após passarem para a reserva, os militares são livres para se manifestarem publicamente sobre questões de cunho político, incluindo a possibilidade de se candidatarem e serem eleitos para cargos públicos. Mas, tal qual para qualquer cidadão do país, suas manifestações são também passíveis de serem criminalizadas se ultrapassarem as expectativas da lei. Ainda que este não seja um hábito político brasileiro.

Herdamos do processo transitório do regime militar para a democracia alguns vícios, que acabaram por alimentar uma nada saudável impunidade para militares no Brasil. Como bem coloca o professor da USP Conrado Hübner Mendes, se o STF tivesse levado a democracia a sério, teríamos militares presos por crimes contra a humanidade, e o ovo da serpente não teria rebentado no bolsonarismo.

A Lei da Anistia e sua renovação ao cabo do governo do ditador João Baptista Figueiredo para incorporar também os crimes cometidos pelos agentes do regime após a anistia de 1979 impediram que houvesse condenação daqueles que, em nome do estado, atuaram violentamente contra a população que deveriam proteger. Em termos de ideologia, a caça aos comunistas jamais deixou de existir junto aos militares brasileiros, e é um dos elementos centrais dos grupos de pressão dos militares da reserva, junto com a defesa da ditadura.

Na Argentina, Chile e Uruguai, para pegar apenas os casos das mais violentas ditaduras sul-americanas, ninguém ousa pedir novamente os militares no poder porque a história não admite ser reinterpretada quando há julgamentos justos em regimes democráticos transparentes. Os agentes de estado que atuaram em crimes contra a humanidade foram devidamente julgados e presos nesses países. No Brasil, a transição “lenta, gradual e segura”, nas palavras do ditador Ernesto Geisel, legou-nos o ressurgimento desses fantasmas que se mantiveram impunes. Alguns deles, inclusive, recebendo constrangedoras homenagens pelo presidente da República.

O que não podemos é seguir tomando como normal que militares se sintam livres para atacar impunemente as estruturas democráticas brasileiras.
O envolvimento dos militares com a política não é novidade no Brasil. É algo que fez, inclusive, parte da formação castrense no país. Motivados, talvez, por essa percepção que são livres de obstáculos por serem, em última instância, moderadores da política nacional (visão defendida por Ives Gandra, mas oficialmente julgada improcedente pelo ministro do STF Luiz Fux), militares da reserva começaram, em peso, a se manifestar contra as nossas instituições democráticas, em especial contra ministros e a instituição do STF. Há manifestações que vão desde tuítes e notas oficiais de ministros e outros do primeiro escalão do governo (incluindo o presidente e o seu vice) a notas coletivas de altos oficiais da reserva. Até a recente denúncia da PGR contra Heleno, o outro único caso de investigação contra um militar havia sido a busca e apreensão na casa do general da reserva Paulo Chagas, há mais de 14 meses, no âmbito do inquérito das fake news sob a tutela do ministro Alexandre de Moraes.

Segundo esse inquérito, que investiga as ameaças contra a democracia, seria criminosa a “divulgação em massa de mensagens atentatórias ao regime republicano, bem como as suas formas de gerenciamento, liderança, organização e propagação.” É urgente então que se analise o conteúdo desses manifestos – que se seguiram à “Nota à Nação Brasileira” de Heleno – que querem claramente constranger as instituições republicanas em seus exercícios de equilíbrio entre os poderes.

Não busco aqui, de maneira alguma, apresentar ou alimentar qualquer visão antimilitar. Pelo contrário, busco propagar a visão que precisamos dos militares como agentes do Estado, fora da política e voltados à sua missão primordial que é a defesa nacional e dos cidadãos brasileiros. Assim como podemos e devemos receber os militares da reserva na vida civil do país, com todos os direitos que são dados a qualquer brasileiro. O que não podemos é seguir tomando como normal que militares, da ativa ou da reserva, agentes do governo ou não, sintam-se livres para atacar impunemente as estruturas democráticas brasileiras.


O professor Piero Leirner, da UFSCar, identificou bem que essa suposta normalização não é gratuita, e que corremos sério risco de repetir os passos que levaram ao regime militar de 1964. A visão paranoica que somente os militares podem ser os intérpretes do conceito de nação brasileira, e que seriam os únicos moralmente gabaritados para reorganizar o país após uma anarquia que eles próprios ajudaram a criar, está se repetindo de maneira assustadora pelas vozes dos oficiais da reserva, que já se apresentam como “os verdadeiros guardiões da Constituição Federal,” de dentro e de fora do governo.

Se é criminoso atentar contra o regime republicano-democrático, o que são então as crescentes notas públicas de turmas das academias, do Clube Militar, a censura na ESG e no Colégio Militar de Brasília a professores civis que ousam discordar da leitura do cenário político da caserna, a intimidação a servidores técnicos do Ministério da Saúde e a uníssona voz dos militares no governo de criar tensões com o Congresso e com o STF? Elas criam, através de uma construção social, um mundo caótico, um país ingovernável, que justifique, uma vez mais, a intromissão das Forças Armadas na condução política do país. Eles criam o caos e se impõem como solução para o problema que eles mesmos ajudaram a criar. É o autogolpe a que o vice-presidente Hamilton Mourão se referiu com tanta naturalidade, tamanha a internalização castrense sobre o tema.

Não é normal ou natural, em qualquer democracia consolidada do mundo, que notas assinadas por militares da reserva, falando como militares e fazendo uso de suas patentes militares, ameacem uma guerra civil no caso da Suprema Corte aprofundar investigações contra um presidente da República. Fica mais grave ainda quando se tornam recorrentes e em tons igualmente autoritários. Para a defesa do regime democrático brasileiro, o conteúdo desses manifestos precisa também ser alvo de investigação pelos órgãos competentes da República.

Para os cargos mais altos do Executivo, há o foro por prerrogativa de função, o que significa que devem e podem ser investigados mediante autorização do STF. Mas, no caso das notas dos militares da reserva, é relevante lembrar que estes, como civis, não detêm nenhuma prerrogativa legal, nem mesmo de serem julgados pela contraditória e corporativista Justiça Militar. Apenas o privilégio de gozarem historicamente de autonomia e impunidade políticas em suas manifestações contra o regime democrático, os Poderes Legislativo e, em especial agora, o Judiciário brasileiro.

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Juazeiro terá toque de recolher a partir desta quinta; cidade teve aumento de 74% de casos da Covid-19

Juazeiro terá toque de recolher a partir desta quinta; cidade teve aumento de 74% de casos da Covid-19
Crédito da Foto: Ilustrativa/Pinterest

O governador da Bahia, Rui Costa (PT-BA), anunciou, durante transmissão ao vivo pelas redes sociais nesta quarta-feira (24/6), que o município baiano de Juazeiro terá toque de recolher a partir desta quinta (25). Com a medida, fica proibida a circulação de pessoas na cidade, no período das 18h às 5h.

A decisão foi tomada pelo governo estadual, em conjunto com a prefeitura do município, e terá validade até o dia 1º de julho. Durante esse período, não serão permitidas a permanência e o trânsito em vias, equipamentos, locais e praças públicas de Juazeiro, com exceção de deslocamento para serviços de saúde ou farmácias. 

Como explicou Rui Costa, o objetivo da medida é reduzir a taxa de contágio do novo coronavírus no município. Juazeiro registrou 74% de crescimento [no número de casos] nos últimos cinco dias. Hoje o secretário Fábio Vilas-Boas assinou a contratação de mais 10 leitos de UTI em um hospital privado em Juazeiro para que a gente possa ampliar o atendimento. Mas essa taxa está muito alta e precisamos reduzir", afirmou o governador.

Na semana passada, os boletins informativos haviam registrado um aumento de 237% casos da doença na cidade, em 16 dias.

Homem de 51 anos é terceira morte por coronavírus em Serrinha

                                               

A Prefeitura de Serrinha registrou nesta quarta-feira (24) a 3ª morte confirmada por coronavírus na cidade. O paciente que estava com Covid-19 era um homem de 51 anos, que morava no bairro da Rodagem.

Segundo a prefeitura, ele havia sofrido um AVC (Acidente Vascular Cerebral), estava internado no Hospital do Subúrbio, em Salvador, e morreu no dia 18 deste mês. Ainda de acordo com a gestão, o resultado do exame só saiu nesta quarta-feira, dando positivo para o coronavírus – seis dias depois do óbito.

Além do óbito, outros oito casos de coronavírus foram confirmados em Serrinha, que conta agora com 269. Do total de infectados pela doença, 174 estão curados. Os novos pacientes são cinco homens de 21, 23, 31, 38 e 51 anos; duas mulheres de 27 e 42; e uma adolescente de 13 anos.

Há 49 casos suspeitos da doença aguardando resultados de exames na cidade. Até agora, são 3.436 casos descartados da doença.

Sergipe registra 524 mortes por Covid-19 e 20.353 pessoas já testaram positivo

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulga nesta quarta-feira, 24, o boletim epidemiológico do coronavírus, com 470 novos casos e 13 óbitos. Em Sergipe, 20.353 pessoas já testaram positivo para a COVID-19 e 524 morreram. Três casos tiveram alteração de endereço: de Monte Alegre para Nossa Senhora do Socorro; de Indiaroba para Santa Luzia do Itanhy; e de Macambira para Itabaiana.
                                                          Sergipe registra 524 mortes por Covid-19 e 20.353 pessoas já testaram positivo

Sete dos 13 óbitos são de Aracaju: mulher, de 82 anos, sem comorbidades; mulher, 61, cardiopata; homem, 49, hipertenso e diabético; mulher, 95, com cardiopatia, hipertensão e doença pulmonar obstrutiva crônica; homem, 67, hipertenso e diabético; um jovem, de 19 anos, sem comorbidades; e homem, 48, sem comorbidades.

No interior, todas as vítimas foram homens: 68, morador de Santo Amaro das Brotas, com hipertensão, diabetes e cardiopatia; de 45 anos, de Poço Verde, diabético; 76 anos, de Estância, com hipertensão e diabetes; de 69, morador de Boquim, com cardiopatia, doença pulmonar obstrutiva crônica e diabetes; 69, residente de Maruim, com hipertensão, diabetes e doença renal crônica; e 43 anos, de Itaporanga, com hipertensão, doença renal crônica e diabetes.

São 7.579 pessoas curadas até o momento. Foram realizados 43.255 exames e 22.902 foram negativados. Estão internados 589 pacientes, sendo 230 em leitos de UTI (112 na rede pública, sendo 108 adultas e 4 pediátricas; e 118 na rede privada, sendo 115 adultas e 3 pediátricas) e 359 em leitos clínicos (239 na rede pública e 120 na rede privada). São investigados mais 20 óbitos.


 Blog Embusca da Noticia /Fonte: SES/SE

quarta-feira, 24 de junho de 2020

’22 anos sem você’, diz filha do cantor Leandro ao relembrar a morte do pai


A filha do cantor sertanejo Leandro, irmão de Leonardo, usou as redes sociais para relembrar o pai no dia em que completam 22 anos de sua morte. Lyandra Costa postou no Instagram uma foto de infância ao lado do artista, morto em decorrência de um câncer de pulmão muito raro.

 
“22 anos sem você… o que ficou são as fotos, algumas roupas suas e com certeza o amor imortal que existe entre nós!! Saber que um dia nos encontraremos é reconfortante e traz paz ao meu coração”, escreveu.

A médica de 24 anos, que completa 25 nos próximos dias, ressaltou a saudade que sente do pai. “Queria tanto você aqui… sei que você também queria estar aqui, mas os planos de Deus são os planos de Deus. Não vou me alongar aqui porque eu sofro com as minhas emoções. Te amo e até breve”, concluiu.

Saudades
Leandro morreu em 23 de junho de 1998, dois meses depois de ser diagnosticado com um câncer de pulmão muito raro. O irmão do cantor Leonardo também era pai de Thiago, de 29 anos, Leandrinho, de 23, e Leandro Gomes, que não conheceu o pai, pois foi fruto de um breve relacionamento do sertanejo com Sebastiana, que trabalhava na casa da família.


As informações são do Metrópoles, parceiro do Portal Mana

Segundo Imperial College, contágio no Brasil está fora de controle e contaminados podem ser mais de três milhões

Boletim da evolução da pandemia de Coronavírus no Brasil e nos 25 países mais afetados. Atualizado todos os dias às 20hs, junto com os dados do dia anterior, para efeito comparativo.

Boletim publicado ontem pelo britânico Imperial College, uma das principais instituições globais de pesquisa de epidemias, mostra que o Rt do Brasil – número que mede a taxa de retransmissão – calculado para esta semana é de 1,06, ligeiramente acima do 1,05 da semana anterior. Isso indica que o contágio de coronavírus no Brasil, que parou de cair depois de três semanas seguidas, está fora de controle.

O Rt indica para quantas pessoas na média cada infectado com o Covid-19 transmite o vírus; o valor do Rt da semana iniciada no dia 21 indica que cada 100 pessoas contaminadas transmitem o coronavírus para outras 106, que por sua vez retransmitem para 112,36 e assim por diante, fazendo com que a doença se espalhe com velocidade crescente no país. No mesmo boletim, com base no número de mortes registradas no Brasil, pesquisadores do Imperial College calculam que o número de casos de coronavírus no país é de cerca do triplo do declarado: o total acumulado de brasileiros contaminados seria de mais de 3 milhões.

Visão diária dos principais indicadores da pandemia pelo mundo

Mulher morre e 44 pessoas ficam feridas após ônibus tombar na BR-040, em Minas

 Um acidente envolvendo um ônibus de turismo deixou uma pessoa morta e outras 44 feridas em Minas Gerais na madrugada deste domingo (10). O ...