domingo, 4 de fevereiro de 2018

Saída de Maurício Barbosa da SSP é dada como certa após o Carnaval


Integrantes do alto escalão da Secretaria da Segurança Pública (SSP) dão como certa a saída do atual chefe da pasta, Maurício Barbosa, até o fim de fevereiro. Em conversas reservadas, oficiais do comando da PM e delegados com cargos de destaque na Polícia Civil revelaram à Satélite duas versões sobre a eventual exoneração de Barbosa. Na mais ventilada, o próprio secretário teria pedido recentemente demissão ao governador Rui Costa (PT), alegando cansaço com a longa permanência no cargo, ocupado por ele desde janeiro de 2011. Ainda de acordo com as fontes da SSP, Rui exigiu que Barbosa apresentasse por escrito a solicitação e que deixasse o posto somente após o Carnaval.

Rastilho de pólvora
A segunda versão atribui a queda de Maurício Barbosa a supostas denúncias que respingam sobre policiais escolhidos para compor um grupo de elite na SSP. A isso, somam-se os desgastes com o aumento da violência e a repercussão negativa causada por crimes recentes de grande visibilidade no estado.

Bola de neve
As especulações sobre a saída do chefe da SSP começaram a circular com força ontem, em meio à tensão desencadeada no Palácio de Ondina pelo discurso do prefeito ACM Neto (DEM) na reabertura dos trabalhos na Câmara de Vereadores, marcado por fortes críticas à Segurança Pública. Ao mesmo tempo, o conteúdo de uma nova auditoria feita pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) na SSP deve criar mais embaraços a Maurício Barbosa. O relatório da área técnica do TCE, concluído no último dia 29 de dezembro, cita indícios de superfaturamento em um contrato do Centro de Operações e Inteligência (COI).

FONTE: Coluna Satélite, Correio da Bahia, com imagem reprodução.

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Ex - Presidente Lula diz o quê muitos queriam ouvir


Igreja do Passo, em Salvador, será reaberta O imóvel estava há quase 20 anos fechado. Lícia Fontenele.


Sargento da PM é morto após trocar tiro com bandidos

Françual Manuel Santos integrava a corporação há 28 anos (Foto: Reprodução | Facebook)
O sargento da Polícia Militar, Françual Manuel Santos, 48 anos, foi morto ao ser baleado durante uma troca de tiros com bandidos na madrugada deste sábado, 3, em Eunápolis. A vítima chegou a ser socorrida para o Hospital Regional do município, mas não resistiu aos ferimentos.
O confronto ocorreu durante uma operação da PM nas imediações do bairro Moisés Reis, que é uma região conhecida como área de tráfico de drogas da cidade.
Durante a ação, Françual e os outros militares se aproximaram de um veículo, onde estavam quatro suspeitos. Em seguida, os homens atiraram contra os policiais, que revidaram.
Na troca de tiros, um dos homens também foi atingido e morreu no local. Os outros três conseguiram fugir.
Os corpos do PM e do suspeito foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Eunápolis, onde foram periciados.
O sargento era lotado na 7ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), em Eunápolis, e integrava a corporação há 28 anos. Por meio de nota, a PM lamentou a morte do colega, que era casado e deixou dois filhos.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Esgoto e escada oferecem risco na Liberdade Local fica próximo à sede do bloco afro Ilê Aiyê. Daniela Mazzei


STF derruba liminar que impedia privatização da Eletrobras

Moraes atendeu a uma reclamação feita pela Câmara dos Deputados do dia 15 de janeiro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), cassou, nesta sexta-feira, 2, a decisão de um juiz federal de Pernambuco que suspendia os efeitos da MP 814/2017, que permite a privatização da Eletrobras e subsidiárias. Moraes atendeu a uma reclamação feita pela Câmara dos Deputados, apresentada em 15 de janeiro.
A Câmara dos Deputados e a Advocacia-Geral da União (AGU) recorreram ao STF para derrubar a decisão que cortava os efeitos da MP, enviada em dezembro do ano passado. No início do ano, o juiz Claudio Kitner, da Justiça Federal de Pernambuco, suspendeu liminarmente os efeitos da medida provisória, em resposta a uma ação popular ajuizada por Antônio Ricardo Accioly Campos, irmão do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto em 2014. Na decisão, o juiz afirmou que o governo federal não justificou o porquê de aprovar a questão por meio de MP.
"Julgo procedente o pedido, determinando a cassação da decisão liminar proferida na Ação Popular 0800056.23.2018.4.05.8300, bem como sua extinção; restabelecendo, por consequência, a plena eficácia do art. 3º, I, da Medida Provisória 814/2017. Oficie-se, com urgência, a autoridade reclamada e a Presidência da Câmara dos Deputados. Publique-se. Int.", determinou Moraes, em decisão divulgada nesta sexta-feira.

Na reclamação, a Câmara dos Deputados destacou que a MP não significa a direta desestatização de qualquer empresa pública. "A sua vigência por si só não produz qualquer efeito concreto e imediato, tampouco configura a decisão política de alienar qualquer empresa estatal", afirmou.

Na última quinta-feira, 1, a ministra-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Grace Mendonça, se encontrou com Moraes no STF para tratar do tema.

A Câmara e a AGU recorriam aos mesmos argumentos. Segundo a reclamação da AGU, a decisão do juiz, de 1º instância, usurpou a competência do Supremo, "consistente no exercício do controle abstrato de constitucionalidade de ato normativo federal", referindo-se à derrubada dos efeitos da MP. De acordo com a AGU, a medida provisória só poderia ser questionada no STF por meio de Ação Direta de Inconstitucionalidade.

"Percebe-se que o único propósito da decisão proferida pelo juízo reclamado foi retirar a eficácia de dispositivo normativo de forma abstrata, o que revela que a ação popular foi utilizada como verdadeiro sucedâneo de ação direta de inconstitucionalidade", completou Grace, que assinou a reclamação em que pedia que a Corte derrubasse a decisão e arquivasse a ação popular que deu a sua origem.

Assassinato de pastor: SSP descarta motivação política

Polícia Civil descarta crime político (Foto: Arquivo Portal Infonet)
A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) já tem uma linha de investigação definida para desvendar o assassinato do pastor evangélico Manoel Messias Andrade Santos, 40, conhecido como Cancão, morto a tiros na noite da quinta-feira, 2, em Capela. O delegado Ataíde Alves de Menezes foi designado para presidir o inquérito policial neste momento e descarta a possibilidade do assassinato ter vinculação com a atuação político-partidária do pastor evangélico.
O delegado Ataíde Alves possui informações importantes sobre o crime, mas mantém detalhes em sigilo para não atrapalhar os trabalhos que estão sendo desenvolvidos pela equipe da Polícia Civil, segundo informações da assessoria de imprensa da SSP. A família já compareceu à Delegacia de Polícia e registrou o crime em boletim de ocorrência. O assassinato foi registrado por volta das 22h30, na porta da Igreja Pentecostal dos Filhos de Deus, no centro da cidade de Capela. Até o momento, a polícia não registrou prisões de suspeitos, apesar de manter equipes na região realizando diligências.

O crime foi cometido por dois homens que se aproximaram da vítima em uma motocicleta e teriam anunciado um assalto. No entanto, nada foi roubado no local, segundo informações do capitão Adilson Lima, comandante da 2ª Companhia do 9º Batalhão da Polícia Militar de Sergipe.

Por Cássia Santana

Revendo: O Forró da 3ª Idade


PM apreende objetos cortantes nos acessos ao Rio Vermelho

Tesouras de diversos tamanhos, facas, navalha, canivete e objetos de vidro foram alguns dos objetos apreendidos pela Polícia Militar até o final desta manhã nos três postos de abordagens montados para o policiamento da festa de Yemanjá, que acontece nesta sexta-feira (2).

"Uma das nossas ações preventivas é utilizar detectores de metais nos pontos de abordagem no acesso à festa, coibindo o porte de armas de fogo ou de objetos que possam colocar em risco a vida de outras pessoas", explica a comandante da 12ª CIPM, major Maria Cleide Milanezi.

O policiamento foi montado desde a véspera (1º) da festa com a presença de policiais militares para manter a ordem na fila dos presentes.

O efetivo está distribuído em patrulhas, postos elevados de observação e nas bases móveis distribuídas em pontos estratégicos. O policiamento também foi intensificado nas vias de acesso e de dispersão da festa como as avenidas Cardeal da Silva, Garibaldi, Oswaldo Cruz, Lucaia, Juracy Magalhães (Rua do Canal), a Rua Conselheiro Pedro Luís e na Curva da Praia da Paciência.

Unidades especializadas e táticas reforçam ainda as ações como as Operações Gêmeos e Apolo, Esquadrões Águia e de Polícia Montada, Batalhões de Polícia de Choque e de Polícia Turística, Companhia Independente de Policiamento Tático (CIPT)/Rondesp Atlântico.

Blog Embusca da Noticia,com informações da  Ascom / Mateus Ribeiro

Presente principal é entregue para Yemanjá A peça é entregue em procissão. Daniela Mazzei.


Criminoso procurado por tráfico, assaltos e homicídios é preso em Olindina


Jéferson Alves dos Santos, conhecido como 'Reuris', foi preso nesta sexta-feira (2), em companhia do cunhado Jéferson Santos de Souza, no município de Olindina, a 103 km de Serrinha. Ele é conhecido por ser um dos maiores líderes de organização criminosa na área e tinha mandados de prisão em aberto – inclusive em Sergipe – por assaltos a banco, homicídios, tráfico de drogas.

Com a dupla, as companhias independentes de policiamento especializado Litoral Norte, Nordeste e a 6ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Rio Real) apreenderam 140 porções de maconha e uma moto modelo Broz, cor preta, com o chassi adulterado.

“Começamos a procurá-lo no início da semana, em parceria com as unidades especializadas da Polícia Militar. Recebemos uma denúncia que ele estava escondido numa casa e, ao chegarmos ao local, nós o encontramos acompanhado do cunhado”, contou o comandante da 6ª CIPM/Rio Real, major Luiz Alan Silva Costa, esclarecendo que Reuris é bastante temido na região.

“Devolveremos a tranquilidade ao município, após tirar das ruas um criminoso de alta periculosidade”, observou. Reuris e o cunhado Jéferson foram levados para a Delegacia Territorial de Olindina, onde foram autuados em flagrante.

Cunhado do criminoso, Jéferson Santos de Souza, também foi preso

Mulher morre e 44 pessoas ficam feridas após ônibus tombar na BR-040, em Minas

 Um acidente envolvendo um ônibus de turismo deixou uma pessoa morta e outras 44 feridas em Minas Gerais na madrugada deste domingo (10). O ...